Vamos apresentar um modelo novo de organização da sociedade.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Energia Eólica e Saúde

Os estudos indicam que as centrais eólicas não devem ser construídas a uma distância inferior a 2 km das videndas e dos locais de trabalho, pois os ruídos de frequências baixas afectam o ouvido humano, e a rotação de pás provoca estímulos visuais periódicos, provocando uma série de sintomas que incluem insônia, náusea, vertigens, pesadelos nocturnos, e outros, numa grande parte de população. Esta doença foi denominada por "Wind Turbine Sundrome" (sindroma de turbinas eíolicas) e encontra-se descrita num livro recentemente publicado.

sábado, 11 de julho de 2009

Gripe A: Média, OMS, Governos e Farmacêuticas com os mesmos interesses

Mentiras

  • O gripe "A" surgiu no México
Falso. Certamente houve dezenas de milhares de casos em Portugal, mesmo antes da descoberta oficial da doença, já que tanto eu próprio como vários amigos meus, todos tivemos este inverno um gripe com exactamente os mesmos sintomas anunciados na comunicação social (veja, por exemplo, esta página).

  • Este gripe é muito mais contagioso que o "normal"
Falso. Fosse este o caso, o número de doentes já ascendia em milhões. De facto, os doentes existentes ou já convalescidos são muito mais numerosos do que os números oficialmente divulgados, e pelas várias razões:
- os laboratórios não têm a capacidade de analisar todas as amostras
- nem toda a gente reporta os casos de doença mesmo hoje em dia, e muito menos antes o anúncio oficial do gripe A

  • Este gripe é muito mais mortífero que o "normal"
Falso. Os números de mortalidade não são significativamente superiores aos anualmente verificados, na ordem de 0,1%. As eventuais mortes de pessoas tidas como "saudáveis" (como uma morte no Reino Unido, divulgada hoje) não têm qualquer significado estatístico, até porque a referida pessoa podia ter uma condição crônica, não diagnosticada, ou uma predisposição genética, que nunca será investigada.
A mortalidade relacionada com a gripe sazonal nos Estado Unidos atinge tipicamente 36000 pessoas anualmente, que morram por causa das complicações provocadas pela doença [4]. Isso em muito ultrapassa as mortes que podem ser atribuídas às consequências do gripe A, sendo 4000 pessoas entre Abril e Outubro de 2009 uma estimativa média de mortes, das 22 milhões de pessoas infectadas (o que resulta na estimativa de mortalidade a volta de 0,2%, embora com incerteza muito elevada), conforme publicado pela CDC (Centers for Disease Control and Prevention) [6].

  • TAMIFLU é eficaz contra gripe "A"
Falso. Este medicamento foi desenvolvido contra uma outra variedade do gripe. Ora "as respostas positivas" de doentes medicados com este medicamento são devidas ao funcionamento normal do seu sistema imunitário que eventualmente destrói o vírus, e não a acção deste medicamento, especificamente desenvolvido para combater o vírus do gripe das aves, e cuja eficácia nunca chegou a ser comprovada em grande escala, por falta de doentes. Como diz a sabedoria popular, o gripe medicado dura uma semana, e o não medicado - 7 dias. De facto, a redução de estado de doença no estudos oficiais era de 1 dia para os adultos, sujeitos a um vírus de gripe não especificado, mas que com certeza não era o vírus do gripe A (H1N1) [3]. Um artigo de revisão dos testes de medicamentos anti-virais [5] indica a ausência de dados credíveis da eficácia do oseltamivir (Tamiflu) sobre o gripe das aves, embora nota uma redução do estado de doença nos casos de gripe sazonal, do 30% na média, desde que o tratamento começa nos primeiros 48h desde aparecimento de sintomas.

  • As vacinas contra gripe "A" são eficazes e inócuas
Falso. As vacinas são mais mortíferas que o próprio gripe "A" [7]. Além disso, a eficácia da vacinação não ultrapassa 30% [8].


Quem ganha com estas mentiras?
  • Média - criaram mais um não assunto, que serve para aumentar as vendas, e para distrair o povo de problemas reais (por exemplo, falhas gravíssimas nos compromissos sociais dos média)
  • OMS - aumentou a sua visibilidade, criando condições para maior financiamento deste aparelho burocrático dispendioso e pouco útil
  • Governos - aumentam a sua visibilidade, façam de conta que estão a fazer um bom serviço público, justificam os gastos desmedidos em TAMIFLU
  • Multinacionais farmacêuticas - ganham mais dinheiro vendendo um produto completamente desnecessário e perigoso.

Saber mais:
  1. Está aqui a opinião de um médico, que argumenta que a presente "Pandemia" não passa de uma histeria.
  2. Aqui tem um artigo sobre o papel da desinformação na governação moderna.
  3. Aqui estão os documentos europeus oficiais sobre TAMIFLU, incluindo o resumo destinado ao público, em Português, e o relatório da discussão científica, em Inglês.
  4. Livro "Infectious Disease", N. Shetty, J.W. Tang, J. Andrews, Wiley-Blackwell, 2009,
    ISBN: 978-1-4051-3543-6, p. 507.
  5. "Antivirals for influenza in healthy adults: systematic review", T. Jefferson, V. Demicheli, D. Rivetti, M. Jones, C. Di Pietrantonj, A. Rivetti, The Lancet, Volume 367, Issue 9507, Pages 303 - 313, 28 January 2006; versão online: DOI: 10.1016/S0140-6736(06)67970-1
  6. CDC Estimates of 2009 H1N1 Influenza Cases, Hospitalizations and Deaths in the United States, April – October 17, 2009.
  7. "The vaccines are far more deadly than the swine flu", Dr. Mae-Wan Ho and Prof. Joe Cummins, Global Research, August 21, 2009.
  8. "CDC States H1N1 Vaccine May Maim and Kill 30,000 Americans, FDA Requires Minimal Efficacy", Herb Newborg, Global Research, August 28, 2009.
  9. Entrevista de um médico americano, que se opõe veementemente a vacinação contra gripe H1N1 com vacinas contendo compostos tóxicos de mercúrio (adjuvantes), que são neuro-toxinas comprovados, especificamente contra-indicados para crianças e mulheres grávidas, enquanto a nossa ministra de saúde insiste em vacinar prioritariamente estas "categorias de risco": http://www.youtube.com/watch?v=E1z7KSEnyxw&NR=1

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domingo, 16 de setembro de 2007

Publicidade, comunicação social e alimentação saudável

Já referimos anteriormente que objectivamente a comunicação social sacrifica o interesse público, o qual supostamente deve estar a proteger, aos interesses privados, que lhe pagam por isso.

Vamos agora considerar a publicidade, a qual constitui a maior fonte de rendimento das média, mais concretamente, a publicidade de géneros alimentícios nas suas variadas formas.

Então, algumas ideais fixas/preconceitos criados pelos média na defesa dos interesses particulares das respectivas indústrias:
  • A margarina é mais saudável que a manteiga (conselho de nutricionista: evitar por completo as gorduras sólidas, incluindo margarina, pois estes aumentam os riscos de doenças do coração)
  • Os produtos lacticínios são necessários para fornecer o cálcio, imprescindível para evitar o osteoporose (as nações que consomem muitos produtos lacticínios sofrem mais da osteoporose; as proteínas existentes nos lacticínios facilitam as perdas do cálcio; o cálcio existente em vegetais e frutas aproveita-se muito melhor)
  • As bebidas não alcoólicas são saudáveis (pela quantidade de açucares que fornecem, não são aconselháveis a ninguém, e aos jovens muito menos, por promover a obesidade; além disso, fornecem o ácido fosfórico, que facilita perdas do cálcio - ver o ponto anterior)
  • Os complementos alimentares podem substituir vitaminas e minerais em falta, remediando os efeitos da comida de plástico (conselho de nutricionista: dar a preferência aos vegetais, frutos e cereais com fibra, que fornecem todos os elementos necessários para boa saúde)
Conclusão: a comunicação social desempenha o papel notavelmente contrário ao interesse público, em nome do qual goza de certos privilégios e de um estatuto especial do protector da verdade.

Referência:
Marion Nestle, "Eating made simple", Scientific American, September 2007, pp. 34-43; Internet: "Eating Made Simple"